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Menos é mais: como a implantação de rotinas pode trazer resultados para os negócios

Por Roberto Vilela
O conceito de “Back to Basic” (voltar ao básico, pensar no simples, fazer o prático) está em alta e faz muito sentido, principalmente quando se parte do princípio de que a incerteza é uma realidade inegociável. Nessa atmosfera incerta que atravessamos, cabe cada vez mais sermos práticos, simples, objetivos e efetivos naquilo que fazemos. Nos negócios, implantar metodologias e rotinas é determinante na administração do tempo de execução de tarefas e aumento da produtividade, com eficiência.
Em um mundo cada vez mais informado e informatizado, a implantação de processos de produção dentro da cadeia empresarial tornou-se fundamental no alcance de objetivos e negócios bem-sucedidos. Não só no mundo corporativo, mas no âmbito pessoal também, simplificar significa alcançar resultados mais rápidos e mais eficazes – isso por conta de uma tendência mundial na busca por minimalismos: menos burocracia, menos protocolos (que mais atrapalham do que ajudam), menos morosidade, menos obstáculos.

O homem contemporâneo busca a rapidez, a assertividade, a objetividade. Cada vez mais, precisamos resolver as coisas. Tudo precisa ser mais prático. Então, o olhar cuidadoso para coisas básicas gera valor, isto é: nos negócios, quando se adota uma metodologia simples, conquista-se um patamar de satisfação interno e externo que dispensa processos engenhosos.
O fluxo de mercado pede essa atenção especial para a rotina dentro das empresas – ter processos bem definidos é indicativo de organização e de que os resultados chegam da mesma maneira com que são galgados: com otimização.

Um dos calcanhares de Aquiles do executivo hoje é oferecer um retorno rápido à cadeia do negócio, desde fornecedores até clientes finais. O mercado é muito ágil e requer respostas rápidas para estabelecer a conexão com quem está do outro lado – o receptor se cansa com facilidade e escolher outra empresa que atenda suas necessidades de forma mais imediata não é incomum nos casos de ausência de retorno.
Além da sistemática de respostas ágeis, um outro exemplo corporativo em que a implantação de metodologias se mostra eficiente é com relação aos gestores – sim, porque os cabeças da empresa também devem aderir aos processos simplificados para que eles se efetivem com solidez. Ser um gestor receptivo significa ganho de tempo. Um processo simples deve ser facilmente compreendido por todos os integrantes que vão executá-lo. A automação, por exemplo, é essencial para acabar com boa parte das ações operacionais, tornando o ir e vir de processos mais fluido e eficiente.
Outro fator é que o uso de rotinas e processos, quando bem pensados e bem alinhados, traz mais benefícios como, por exemplo, a minimização de erros, pela sequência do trabalho desenvolvido. E essa sequência traz ganho de tempo – e tempo é algo que todos nós queremos ter de sobra.

Sobre o consultor
Roberto Vilela é consultor empresarial e mentor de negócios, especialista nas áreas de gestão e estratégias comerciais. Atua em todo o Brasil com clientes de médio e grande porte realizando palestras, consultoria comercial e treinamentos vivenciais. É autor dos livros Em Busca do Ritmo Perfeito, em que traça um paralelo entre as lições do universo das corridas para a rotina de trabalho, e Caçador de Negócios, com dicas para performances de excelência profissional. Produz ainda séries de podcasts sobre estes assuntos, disponíveis nas plataformas Spotify e Itunes. E-books, artigos, áudios e vídeos disponíveis em www.orobertovilela.com.br.

Roberta Koki
TREVO COMUNICAÇÃO

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