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Pandemia: um ano depois, empresariado de Gaspar se mantém firme, mesmo com as adversidades

Por Edemar Ênio Wieser
Como entidade de classe, a Associação Empresarial de Gaspar (Acig) vem desempenhando um papel fundamental no apoio aos associados e também aos empreendedores locais para o enfrentamento da crise gerada pela pandemia do coronavírus.

Há um ano, não imaginávamos como a situação estaria hoje. E mesmo atualmente não temos clareza de como os cenários de saúde pública – e por consequência de saúde econômica – estarão amanhã. Por isso, todas as medidas cautelares e de suporte à sociedade em geral precisam continuar em evidência e sendo praticadas principalmente por aqueles que estão à frente da gestão, sejam em instâncias públicas ou privadas.
Nesse sentido, os trabalhos dentro da Acig vêm sendo fortalecidos visando reduzir o impacto da pandemia nas empresas. Mesmo sem muita perspectiva, os empresários locais conseguiram se manter na ativa e a entidade teve um papel importante nesse processo. Para enfrentar a situação adversa, várias iniciativas foram desenvolvidas ao longo dos meses – como por exemplo, encontros online com especialistas de diferentes áreas, a fim de orientar o empresariado local sobre as boas práticas de higiene e segurança, além de oferecer orientações de suporte jurídico sem custo para que os empreendedores pudessem estar preparados para as questões trabalhistas que poderiam incorrer por conta do coronavírus. O contato com o associado se intensificou através dos meios digitais (whatsapp e redes sociais), para evitar encontros presenciais, salvo raras exceções.

O alinhamento com a Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) também foi determinante para que as ações da entidade local pudessem ter respaldo, desde as pequenas demandas até as mais complexas, como por exemplo, a união das Associações do Estado contra o decreto de Lockdown iminente nas últimas semanas. Ainda na esfera estadual, a busca por apoio financeiro para a categoria – seja em forma de subsídios, linhas de financiamentos, facilitadores de créditos ou mesmo prorrogação de prazos de entrega de documentos e regulamentação de benefícios fiscais – de tem sido, desde o início da pandemia, uma bandeira levantada pela Acig.
Tudo embasado em pesquisas de campo realizadas periodicamente pela entidade – estudos que mostraram o quanto o empresariado se manteve firme, apesar das adversidades. Um dos apontamentos do SOS Gaspar (nome dado às pesquisas) foi que 58,1% dos entrevistados não precisaram renegociar pagamentos com seus fornecedores. E mais: 77% não precisaram demitir funcionários por conta da crise.

A Acig entende que o momento atual da saúde é delicado e que as medidas de proteção contra a proliferação do coronavírus precisam ser tomadas. Assim, continua trabalhando com todos os esforços para auxiliar seus associados naquilo que é de responsabilidade de uma entidade de classe. A entidade acredita – e cobra – que com consciência no cumprimento dos protocolos de segurança sanitários é possível dar continuidade às atividades profissionais em todos os segmentos.
Em épocas de fragilidade não apenas da saúde física, mas também da saúde mental e da saúde econômica, a Acig compreende que todos os setores que fazem o mercado girar são essenciais e precisam continuar ativos. Dessa forma, a entidade afirma o empenho em continuar lutando pela permanência das operações empresariais, enfatizando a cautela, a consciência e o bom senso de todos.
Crédito da foto: Divulgação Acig

ROBERTA KOKI
Trevo Comunicação

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