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Digitalização impulsiona novos modelos de interação entre cadeia industrial da moda

Trender Network, que se consolidou no último ano como uma plataforma de negócios que conecta fornecedores, confecções e especialistas do setor têxtil e antecipa tendências, facilitando a busca de insumos e serviços, é exemplo de negócio que proporciona a resolução de desafios recorrentes na indústria através do meio digital

Em um momento ainda incerto para a economia, começar o dia com um report completo sobre os últimos movimentos de tendências e produtos do setor de moda é um diferencial interessante para profissionais e empresas do segmento. E este é apenas um dos serviços que a Trender Network, que consolidou seu modelo de negócio durante a pandemia, proporciona.

A plataforma, que surgiu com o propósito de conectar, de modo simples, visual e eficiente, todas as pontas da cadeia têxtil, é exemplo de negócio que cresceu durante a pandemia, quando a digitalização tornou-se essencial para a sobrevivência dos relacionamentos comerciais. Com a Trender, profissionais da indústria da moda encontram facilmente mais de 2000 tipos de produtos, desde tecidos até softwares, e interagem com as principais tendências e boas práticas do setor. As confecções podem se cadastrar gratuitamente para a pesquisa de materiais, enquanto a mensalidade para profissionais estilistas, que buscam reports de tendências, é de R$ 69,90.

Ludmilla Fonseca, fundadora da empresa, destaca que a busca pela plataforma, especialmente durante o período de restrições de encontros presenciais, se intensificou também em 2021 quando, paulatinamente, o mercado retoma sua rotina. “As empresas e profissionais perceberam que a digitalização é um caminho sem volta, em que há muito mais facilidade para se buscar parceiros de negócios e apoio profissional, tornando o encontro presencial muito mais assertivo. Quando marcada uma visita, depois de interagir em nossa plataforma, a confecção já sabe o que precisa e isso acaba otimizando o tempo de todos os envolvidos.Ou seja: temos o propósito de otimizar o trabalho do estilista ou do gestor da empresa de moda, dando a ele mais rapidez na identificação de produtos, fornecedores e tendências”, diz. A percepção da executiva se reflete nos números de adesões à plataforma da Trender. No primeiro semestre do ano, o crescimento do volume de usuários foi de 46%.

A hora e a vez das fashiontechs

Com o fortalecimento do comportamento digital do consumidor final e das próprias empresas da indústria de moda, o mercado vê o surgimento das chamadas fashiontechs. São empresas que, assim como a Trender, focam em soluções digitais para melhorar a produção, o relacionamento da cadeia e as entregas para o consumidor final.

Um estudo da Distrito mostrou que já existem 60 startups dedicadas exclusivamente à moda no país e outras 250 com soluções para o setor. “Acredito que essa entrega personalizada de soluções para a realidade do executivo da indústria têxtil é um grande diferencial. Nossa ferramenta de busca é a forma de aproximar digitalmente a cadeia, proporcionando negócios rentáveis e rápidos, quebrando barreiras. E ninguém vai querer retornar aos desafios de antes da pandemia”, finaliza Ludmilla.

Bruna Carolina de Souza
Trevo Comunicação

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