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ABEL/Moda Brusque é a campeã do Estadual de Vôlei Feminino

Depois de uma disputa acirrada contra o Chapecoense, a equipe venceu e está invicta, com nove vitórias desde que começou a disputar. Os próximos passos agora são viabilizar a participação na Superliga B

A participação da torcida foi fundamental na vitória do ABEL/Moda Brusque que sagrou-se campeã estadual do Vôlei Feminino, sábado, dia 06, na Sociedade Esportiva Bandeirante, em Brusque . Em jogo difícil e disputado ponto a ponto, foram 5 sets, a equipe brusquense venceu a Chapecoense/Unoesc. Na sexta-feira, primeiro dia das disputas, o ABEL/Moda Brusque venceu por 3×0 o Manpitubsa/Radar/Unesc.

Com mais essa vitória, o time está invicto desde que começou a jogar, no final do primeiro semestre deste ano. Até agora, desde a criação do time, já foram nove disputas com nove vitórias, sendo 4 na Superliga C e 5 no Campeonato Catarinense. “Trabalhamos muito por esse resultado e ele só confirma que estamos no caminho certo”, declara o técnico Mauricio Thomas, que foi eleito o melhor treinador da competição.

Este foi o segundo título da equipe, que garantiu uma vaga no Superliga B, ao vencer o Itajaí há poucos dias na Superliga C de Vôlei. E Sassa, campeã olímpica com a seleção brasileira, em 2008, em Pequim, foi eleita a melhor  jogadora da competição. A experiência de Sassa, 39 anos, Ednéia, 41 anos, Pully, 35 anos, e Jú Nogueira, 33 anos, que tem passagem pela seleção brasileira, fez a diferença nessa disputa acirrada contra o Chapecoense.

O time é resultado do esforço conjunto da Associação Brusquense de Esporte e Lazer (Abel), diretoria de Turismo e a Fundação de Esportes (FME), de Brusque. E entraram como parceiros as empresas Fibrafisio, que oferece suporte na parte de fisioterapia, a academia ForceOne, para treinamento físico, FIP, RVB, Fran Fitness, HJ, Prefeitura, HR Têxtil, Cartão Azambuja, Ebenezer e Vale das Toalhas.

De acordo com Mauricio, a partir dessa semana, os esforços se concentram na busca pela vitória no Superliga B, que deve acontecer no início do ano. Além da preocupação técnica, o treinador diz que é necessário correr atrás de parceiros para viabilizar os custos.

O projeto ABEL tem 9 anos e quase 5 mil crianças já passaram por ele. Alguns já são atletas profissionais jogando em times fora do País. Para Maurício esse time feminino é uma nova possibilidade para o projeto de categorias de base da Abel. “Essas crianças têm um espelho, um modelo como ideal para seus futuros, principalmente agora que somos a equipe vencedora do estadual de vôlei”, afirma.

Liliani Bento
New Age Comunicação

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