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Alguém já te falou que você está maravilhoso hoje?

Não? Então eu falo! Como você está maravilhoso hoje! Elogios. Eu gosto de receber elogios. Vocês gostam? Você já parou para pensar nos seus pontos positivos? Às vezes nós prestamos atenção somente em nossos erros. Por exemplo, fiz uma prova e tirei 7. Aí as pessoas mais aplicadas ‘vem e falam’: Ai meu Deus! Tirei 7! Eu não aceito errar 3 questões. É claro, temos que ver nossos erros e tentar melhorar. Mas veja seus acertos…

Ao invés de falar: Puxa vida! Errei 3 questões! Fale: Nossa! Acertei 7 questões, que legal, eu sou incrível! Que orgulho de mim mesmo! Você já parou para pensar que muitos dos nossos problemas somos nós mesmos que criamos?

Pensando nisso, eu lembrei de uma das frases que eu postei no meu Instagram de frases em inglês, Englishfrasess, que ao traduzi-la fica: O verdadeiro problema é a forma como você reage à dificuldade surgida. Ou ficar calmo, confiante e falar: Eu vou resolver esse problema! Ou deixar ele parecer maior do que é e tomar conta de você. Isso tudo, eu não estou falando porque eu aprendi tudo e hoje em dia eu sou “a menina que é calma e resolve seus problemas”. Muito pelo contrário, muitas vezes, quando chega um problema a mim, eu deixo ele entrar e ainda deixo ele se tornar maior ainda. Por exemplo, quando estamos fazendo uma conta matemática, como chamamos?

Problema, certo? E na prova, temos que resolver o problema para achar o X da questão, não é? Mas quem nunca, em uma prova de matemática, ficou nervoso e na hora que recebeu a nota viu que era algo muito simples e você sabia fazer? Eu já! Mas por que isso? Porque faltou a confiança necessária naquele momento. Isso tudo acontece no nosso cotidiano. Às vezes, quando precisamos resolver problemas que surgem, até sabemos achar o X da questão, que nesse caso, é o problema que surgiu, mas a falta de confiança faz com que esse problema pareça muito maior.

Existe uma outra situação que a forma de “olhar” para o problema muda a relação com o mesmo. A qual foi nomeada por mim, Barreira. Essa barreira, foi um exemplo meu, da minha vida, o que eu passei e quase superei por completo. Ela é algo invisível, mas na época de escola, ela teve o poder de atrapalhar minha concentração. Mas essa barreira, que eu via na frente dos meus professores pode ser trazida para a vida real, não necessariamente com a nomenclatura ‘barreira’, mas sim, todos os problemas que enfrentamos diariamente. Nós temos que tirar essa barreira que nos impede de acreditar em nós, de fazer acontecer.

Você é incrível, maravilhoso, maior do que todos os problemas que você tem! Vamos lá, pense em um problema na sua vida que você acha que não consegue resolver. Ok, você é mais forte que ele. Ele pode ser grande, mas não importa o tamanho dele, você é mais forte, muito mais.

Nós temos uma máquina incrível em nosso corpo que é o cérebro. Sem ele, nós não vivemos, com certeza, ele é essencial para nós. Mas ele, se nós deixarmos, em algumas horas, ele também pode ser um grande vilão. Por exemplo, ele pode bloquear algo. Algo que você não gosta ou tem dificuldade. Um exemplo meu, a matemática. Na escola, eu tinha dificuldade na matemática. Isso eu digo no ensino fundamental, no ensino médio, eu já me dei um pouco melhor com ela. Mas para mim, lá no início, ela era um ‘monstro’ e não uma matéria. De tanto que eu dizia para o meu cérebro que eu não gostava de matemática, ele a bloqueou.

Retornando ao assunto anterior, já exposto a respeito da barreira que via entre mim e meus professores, para melhor explicar o que seria essa barreira. Eu fiz uma barreira de argila, a qual eu sentia que me separava da explicação dos meus professores de escola. Um martelo que eu usaria para quebrá-la e uma escada. Agora trazendo para a vida real:

O martelo seria a ferramenta para destruir a barreira, que são os problemas da vida e depois de destruí-la, a escada seria para subirmos os degraus da vida e vencer depois de destruímos nossa barreira. Um dia eu esbarrei nessa barreira que fica na prateleira do meu quarto e ela e o martelo caíram no chão e quebraram. No dia, eu fiquei muito triste, era uma explicação do que eu sentia em sala de aula com uma barreira na minha frente. Mas depois, eu fui perceber que essa barreira quebrou por um motivo. Foi um acidente meu, mas me ajudou a perceber que eu estava evoluindo, que essa barreira estava indo embora. Mas como quando eu olhava para essa barreira de argila eu sentia vontade de enfrentar meus desafios eu fui fazer outra barreira e outro martelo, mas dessa vez eu tinha menos argila, então, eu precisei fazer uma barreira menor e eu percebi que fazia todo sentido.

… Que essa barreira na vida real estava diminuindo e talvez se essa barreira não tivesse quebrado, eu não teria percebido isso.
Fazendo essa barreira menor, eu fiz um novo martelo. Porém, dessa vez ele ficou maior do que o que quebrou. Isso me mostra o quê? Bem na fase da minha vida que eu estava mais confiante, essa nova barreira menor e o novo martelo maior me mostraram que eu estava evoluindo. Que os meus problemas que seriam representados pela barreira estavam diminuindo e que a minha capacidade de os resolver, que seria o martelo, estava aumentando!

E eu concluí, mais uma vez, que a barreira são os nossos problemas.
Ela é algo abstrato e de uma forma concreta eu posso vencê-la. Então como eu já disse, você tem uma capacidade enorme de resolver qualquer coisa que você precisa. Você é incrível, maior do que todos os seus problemas. Seja feliz, faça coisas que te deem felicidade, você é capaz e tudo que você está trabalhando para conseguir, você vai sim, conquistar.

Acredite em si mesmo e nunca desista.

Meu nome é Flávia Feldhaus Gomes, tenho 20 anos e estou no terceiro período do curso de Fonoaudiologia da Univali. Sou apaixonada por música, toco violão e guitarra. Eu sempre gostei muito de me relacionar com as pessoas e gosto muito de ensinar o que eu sei. Atualmente estou na condição de Trainee na empresa Verità Care pela minha vontade de ajudar pessoas.