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Clínica gaúcha explica os perigos de consumir diferentes tipos de drogas

Fevereiro é o mês de conscientização de combate às drogas e alcoolismo no Brasil

Uma preocupação que vem assolando muitos gaúchos é com o aumento do consumo de drogas entre jovens no estado. Segundo um estudo de realizado pelo Centro de Excelência para a Redução da Oferta de Drogas Ilícitas (CdE) do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), o Rio Grande do Sul ocupou o primeiro lugar no ranking de apreensões de cocaína realizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em 2020.

Os principais pontos de maior consumo no sul são nas baladas e encontros sociais. Em sua maioria, os jovens acabam usando as drogas como forma de escape para esquecer problemas.

“Muitas pessoas usam as drogas para potencializar o prazer. Elas se sentem mais à vontade para fazer coisas que nunca fizeram antes. Durante o uso, o corpo produz sensações de euforia e desinibição. Além disso, a maioria das substâncias diminui o sono e aumenta a disposição física”, explica Paulo Pacheco, Educador Físico e Pós-Graduado em Dependência Química e Promoção da Saúde e Consultor em Dependência Química do Centro Vida Araricá. 

Entre os principais consumos estão o álcool, tabaco, maconha, cocaína, inalantes como lança-perfume, ecstasy e LSD. “Podemos destacar alguns sintomas durante e depois do uso destas drogas como euforia, prazer intenso, agitação, sensação de poder, aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, distorção da realidade, impulsividade, desinibição. As pupilas ficam dilatadas, olhos vermelhos, agitação, euforia, perda do juízo crítico, os reflexos motores ficam prejudicados e algumas pessoas podem ficar agressivas”, revela Pacheco.

O Centro Vida de Araricá é uma clínica gaúcha de reabilitação de mais de 40 mil metros para homens portadores de Transtorno por Uso de Substâncias (TUS), e uma das poucas que não fazem uso do cigarro durante o tratamento. No Instagram da clínica, é possível acompanhar diariamente dicas de como lidar com o dependente e os sintomas de uma possível dependência química.

“Caso a família ou os amigos desconfiem de que a pessoa esteja usando drogas ou que esteja viciada, a primeira coisa a se fazer é fazer uma avaliação através de sinais e de perguntas do que a pessoa está sentindo. Depois encaminhá-la ao posto de saúde mais próximo”, finaliza o consultor.

Sobre a empresa

O Centro Vida de Araricá é uma clínica de reabilitação de mais de 40 mil metros para homens portadores de Transtorno por Uso de Substâncias (TUS). Localizada em Araricá (RS), utiliza as metodologias da Minnesota e dos Alcoólicos Anônimos (AA)  durante o tratamento para que os pacientes retomem a vida de forma leve, com o apoio da família e amigos próximos. É uma das únicas clínicas do Rio Grande do Sul que não faz uso de cigarros durante a residência, que conta com internações voluntárias e involuntárias. A clínica está localizada na Estrada Sassá Mutema, 1000, no bairro Emancipação, em Araricá/RS.

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