
Relatório do órgão de controle apontou mais de 18 mil estudantes beneficiados com bolsas em SC com inconsistências em itens como declarações de renda ou patrimônio
Os indícios de irregularidades identificados em mais de 18 mil bolsas de estudo oferecidas pelo programa Universidade Gratuita, do governo do Estado, foram a principal constatação de um relatório aprovado nesta quarta-feira (11) pelo Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE-SC). O levantamento do órgão de controle apresentou uma série de inconsistências nos cadastros e informações de renda apresentados por estudantes contemplados com as gratuidades.
Com a aprovação do relatório na sessão desta quarta, o caso deve avançar de duas formas. A primeira delas é a apuração das supostas irregularidades. Os dados serão enviados ao Ministério Público do Estado, para averiguação no âmbito criminal e da moralidade pública, e à Controladoria-Geral do Estado, para providências internas no Executivo. Um novo processo de inspeção também deve ser aberto para apurar casos de alunos beneficiados no ano de 2024. O documento do TCE-SC teve o sigilo retirado após a sessão, mas ainda não estava disponível até o início da noite desta quarta.
TCE encontrou indícios de irregularidades nos programas
Na segunda-feira (2), o governo de SC anunciou mudanças no cronograma do Universidade Gratuita (Foto: Roberto Zacarias, Secom, SC)
Etapas de inscrição, renovação e contratação serão antecipadas (Foto: Ricardo Wolffenbüttel, Secom SC)
O programa Universidade Gratuita vai dar gratuidade de ensino para mais de 70 mil estudantes até 2026 (Foto: Ricardo Wolffenbüttel /SECOM)
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Relatório com irregularidades foi produzido pelo Tribunal de Contas do Estado (Foto: Arquivo, NSC Total)
Na segunda-feira (2), o governo de SC anunciou mudanças no cronograma do Universidade Gratuita (Foto: Roberto Zacarias, Secom, SC)
Entre as questões identificadas pelo relatório estão 4,4 mil alunos com inconsistência de renda declarada, 1,6 mil estudantes com possível vínculo empregatício não informado e 15,2 mil alunos com divergência sobre informações patrimoniais.
nsctotal


