Cinismo das festas irregulares mancha imagem do setor de eventos e pune quem segue as regras
Já virou rotina: todo fim de semana, e não é de agora, festas irregulares ganham destaque negativo no noticiário catarinense pelo desprezo às normas de segurança impostas por uma pandemia que, ao contrário das baladas, não tem hora para acabar. Alheia ao distanciamento e ao uso de máscara, gente aglomerada em boates dança ao som de um ritmo que ignora as mortes, as internações nas UTIs e os altos índices de contágio do novo coronavírus. Esquecem-se, ou fingem que não enxergam, que estão convivendo com uma doença cuja proteção definitiva depende de uma vacina que ainda não se sabe exatamente quando estará disponível para todos.É natural que as pessoas queiram curtir a vida e pelo menos por algumas horas não pensarem que a Covid-19 é uma ameaça presente e constante. Também é mais do que...









